NOTAS
[1] BORROW, John. Theories
of everything. New York, Fawcett Columbine, 1991.p. 119, gozando as
especulações em torno das constantes universais
[2] Veja-se o tom geral destas
palavras, em especial a referência a Kant, aí implícito
o seu transcendentalismo lógico: "O fato de a totalidade de nossas
experiências sensoriais ser tal que é possível pô-las
em ordem por meio de pensamento (operações com conceitos
e uso de relações funcionais definidas entre eles, e a coordenação
das experiências sensoriais com esses conceitos) é por si
mesmo assombroso, mas constitui algo que jamais compreenderemos. Podemos
dizer que "o eterno mistério do mundo é sua compreensibilidade".
Uma das grandes percepções de Immanuel Kant foi que, sem
essa compreensibilidade, a afirmação da existência
de um mundo externo real seria destituída de sentido. Albert
Einstein. Escritos da maturidade." Rio de Janeiro, Nova Fronteira,
1994.p. 65
[3] Cf. Luiz Sergio Coelho
de Sampaio. Princípio antrópico - Um novo fundamento e
uma significação renovada. Rio de Janeiro, UAB, 1997.
(xerografado).
[4] Cf. Luiz Sergio Coelho de
Sampaio. Apontamentos para uma história da física moderna.
Rio de Janeiro, UAB, 1997 ( xerografado).
[5] Citado por Dominique Lecourt in
COHEN-TANNOUDJI, Gilles. Les constantes universelles; Introduction.
Paris, Hachette, 1998.
[6] BORROW, John. Theories of everything.
New York, Fawcett Columbine, 1991.p. 118
[7] COHEN-TANNOUDJI, Gilles.
Les
constantes universelles. Paris, Hachette, 1998. pp. 26, 23-124
[8] Ibid, p. 26
[9] SAMPAIO, Luiz Sergio Coelho de.
Apontamentos
para uma história da física moderna. Rio de Janeiro,
UAB, 1997
[10]
Ibid. Para maiores detalhes
sobre as lógicas, ver também SAMPAIO, L. S. C. de.
Noções
elementares de lógica, Tomo I, Rio de Janeiro, Inst. C-N, 1988.
[11] SAMPAIO, Luiz Sergio Coelho de.
Apontamentos
para uma história da física moderna.
[12]
Ibid.
[13] EDDINGTON, Arthur. Fundamental
theory. Cambridge, Cambridge U. P., 1949. pp. 169 e 216
[14] Rowan-Robinson, Michael.
Cosmology.
Oxford, Clarendon Press 1996. pp. 141-142.
[15] Tecnicamente este é expresso
no fato da função de onda para um par de fermions ser necessariamente
antisimétrica, o que implica uma probabilidade zero de sua copresença.
[16]
"A grandeza cliname
deve ser encarada como tão fundamental como o são a massa
e o spin. A propósito, este último pode servir de
paradigma para a compreensão que queremos aqui atribuir ao cliname.
O spin não é necessariamente o resultado da divisão
de uma massa por uma freqüência, podendo comparecer como spin
próprio, vale dizer como uma grandeza irredutível. Do mesmo
modo deve-se considerar o cliname, não necessariamente o resultado
da divisão de uma massa por um comprimento, como por exemplo, a
divisão da massa pelo raio de um corpo homogêneo esférico.[...]
O termo cliname foi escolhido como uma homenagem a Epicuro que o utilizou
para nomear a tendência que os corpos em queda apresentariam de desviarem-se
da vertical, o que podia então explicar o aparecimento de vórtices
responsáveis pelo processo de composição e decomposição
dos átomos. Ele também atribuiu peso (ou massa) aos átomos,
que segundo Demócrito, possuíam apenas tamanho e forma. Por
tudo isto, pareceu-nos que poderíamos tomar o cliname epicúreo
como um conspícuo ancestral do nosso de dimensão ML-1
e, conseqüentemente, da força gravitacional. A variável
cliname, devemos enfatizar, não pode ser considerada como a mera
divisão de uma massa por uma distância, mas sim como uma grandeza
autônoma, integral, tal como hoje consideramos ser o momento angular
próprio ou spin." SAMPAIO, Apontamentos,
p. 36.
[17]
"Ce qui caractérise
la physique newtonienne, c'est qu'elle est obligée d'attribuer,
à côté de la matière, à l'espace et au
temps, une existence réelle et indépendente. Car dans la
loi du mouvement de Newton figure l'accélération. Mais l'accélération
dans cette théorie ne peut signifier que "l'accélération
par repport à l'espace". L'espace newtonien doit par conséquent
être considéré comme étant "au repos"."
Albert Einstein, La rélativité, Paris, Payot, 1994.
[18]
Cf. EINSTEIN, Albert.
On
a stationary system with spherical symmetry consisting of many gravitating
masses in Annals of Mathematics, 40, 922, 1939.
[19] OPPENHEIMER, J. R. e SNYDER,
H. S. On Continued Gravitational Contraction, Phys. Rev., 56, 455,
1939.
[20] Dada uma massa esférica
M, existe um raio Rc,
dito raio de Schwarzschild, que constitui seu horizonte de eventos.
Isto quer dizer que se tal massa fosse compactada numa esfera de raio minimamente
inferior a Rc, nada
mais poderia deixar a sua superfície em razão de que a velocidade
de escape estaria superando a velocidade da luz. Curiosamente, tanto na
mecânica clássica como na relatividade geral, Rc
= 2GM/c².
[21] COHEN-TANNOUDJI, Gilles.
Les
constantes universelles. Paris, Hachette, 1998. pp. 124-125
[22]
Cf. BERSTEIN, Geremy.
The
reluctant father of black holes. Scientific American, June, 1996. pp.
66-72.
[23] Segundo testemunho de Freeman
Dyson in The Scientist as rebel, New York Review of Books,
25, 1995, p. 32 citado em John Horgan, The end of science, 1996.
[24] Duas partículas dotadas
de
cliname próprio, quando a uma distância menor do que um valor
limite dº, se atrairiam não mais segundo
a fórmula de Newton, mais com uma força constante de valor
F = G (aº)² , onde aº
é o valor do cliname próprio (~1010
kg/m) a cada uma delas. Para maiores esclarecimentos, voltar à nota
16 anterior.
Valores das constantes
universais (mks)
c = 2,997925.108
m/s
ou
c² = 8,987554.1016
m²/s²
h = 6,629075.10-34
kg.m²/s
ou
sº = h/4
c² = 5,869504.10-52
kg.s
G = 6,67259.10-11
m3/kg.s²
ou
ap
= c²/2G = 6,73468.1026
kg/m
e ainda mencionada
k = 1,380658.10-23
J/ºK
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